m-e-n-i-n-a-s-m-e-n-t-e-m

Nunca me cansarei de escrever palavras sobre mim. Atoas palavras, que de nada me descrevem, mas que me fazem um bem enorme. Todas às vezes que começo um texto descritivo, um peso se dissolve de minhas costas. Estou ali, tentando me resumir em poucos escritos. Eu escrevo tanto, falo que sou tantas coisas, mas a cada semana eu mudo. A cada dia eu acordo de uma forma diferente. Eu me surpreendo, disso tenho certeza. Todavia, eu sempre serei aquela menininha doce que levantava todas as manhãs para olhar desenho ou aquela garota burra que chorou pelo garoto idiota. Simples assim.
~soute o verbo    Manda ver '